11 de novembro de 2014

O que eu quero é ser feliz


O que eu quero é ser feliz. Sem arrojos. Sem entremeios. Ser feliz. Certamente todos entenderão do que falo. Parece um conceito universal e é. Todos compreendem e em que formato praticam a veracidade dessa vontade de ser feliz?






Ser feliz é fazer algo que te inspire. Amar alguém que te inspire e que te transpire. Ser feliz é também um conjunto de coisas bobas e particulares de todos os dias. Tomar café junto, dar risada de coisa nenhuma, dar um abraço apertado e se sentir amassado entre os abraços. Andar de mãos dadas com o amor e de braços dados com os amigos.


Ser feliz é sair da toca para ver o mar. Ou para ver a cidade quando mar não há. É escolher seu repertório de músicas e ouvir deliciado todos os sons que te marcaram e marcam. Ser feliz é se libertar das amarras que te impedem de ser feliz. Necessariamente para ser feliz, você precisa optar entre esquerda e direita, para o lado ou para frente. Cotidianas estradas que tomamos o tempo todo sem pestanejar.

Só que, para ser feliz, é preciso saber qual estrada te pertence. O que você quer trilhar e o que já não quer. O que te impulsiona para viver a vida. Sem adiamento para depois. Depois pode ser muito tarde.

Muitas reflexões. De olho em todos os rumos, eu me entendo por escritora. Inspiradora, coach, aglutinadora. Quero ver gente com gente feliz. Quero mais prazer da vida.

Feliz sou, mais feliz quero ficar. Sorriso aberto e alma em festa.
Preciso entender de estradas e percursos. Anotar os caminhos e traçar a rota tipo waze.



Vou interagir, perguntar, querer saber. Qual é a sua rota da felicidade, você já traçou?
Que delicadezas diárias você pratica para perpetuar deliciosas felicidades pequenas e médias até que enormes se esgueirem?


Tome suas medidas agora para ser feliz.
De qualquer jeito, em qualquer tom, em qualquer sabor.

Minha felicidade me espera.

Beijos.

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