17 de maio de 2013

Quebre as regras


Regras são feitas para se conhecer. E quebrá-las no momento oportuno. Como agora escrever em vermelho. O vermelho chama a atenção do leitor, do transeunte. Para fixar uma ideia, quebro uma regra e mostro possibilidades. Quebre as quebras ou, em inglês, break the rules.


Posso escrever também em azul, cor da confiança, do tom azul mais escuro da discrição e formalidade. Posso brincar com cores ou humores e fatos. Brincar com formas, criar destaque em negrito.  E GRITOS em letras maiúsculas, mesmo os gritos mais pomposos.




Importante: mexer nas estruturas de forma a comprometer a sua zona de conforto. 
Sair do preto e branco para o verde mato, natureza viva no meio da semana.

Dar uma passadinha em meio à natureza só para respirar. Suspirar. Quiçá até sonhar rapidamente. Ou, quem sabe, transformar 5 minutos em 5 dias de inspiração. 

E que tal recriar a atmosfera relax da vida, enquanto se escreve em verde? Inspira e solta. Várias vezes, dominar a respiração. Avermelha-se seu relax de energia. Troca-se de cor e volta-se ao momento antes da paradinha.



Voltar ao preto e branco do dia a dia. Entender a atmosfera da quebradura que pode ser qualquer uma. Perceber seus desejos e suas vontades. Permanecer em suas "regras" enquanto essas não ultrapassarem os limites dos outros.


O que são regras, pergunto eu?

sf (lat regula) 1 Norma, preceito, princípio, método. 2 Máxima. 3 Ação, condição, qualidade, uso etc., que se admite como padrão comum; exemplo, modelo. 4 O que se acha determinado pela lei ou pelo uso. 5 Estatutos de certas ordens religiosas. 6 Prescrição, ordenança da lei religiosa. 7 Boa ordem, economia, moderação. 8 Cuidado, prudência. 
Espia só comigo alguns dos significados de regra. Máxima, normas, princípios, modelo, estatutos, prudência.

As suas máximas podem não ser minhas máximas. A gente trabalha para viver ou vive para trabalhar? Ou podemos até nos colocar de tal forma diante da vida que o trabalho passa a ser tão prazeroso, rodeado de gente que você gosta e aí mudamos o conceito de trabalho? Para onde se vai e onde se para? Qual é o limite do esforço e onde deixamos que o esforço em conjunto seja maior que o esforço unitário?

Regras. Se eu obedecê-las uma a uma, onde ficará meu prazer e diversão? A resposta à questão: cultivar o prazer e a diversão em todos os momentos até em momentos de externa sisudez nos dá vida. Transformar o cotidiano em uma grande e nova aventura.


No vocabulário novo de regras - as feitas por mim - permito-me criar sempre. Surpreender os mais escondidos pela capa protetora, investigar noções de entretenimento, abraçar as pessoas próximas e carregá-las a esse novo universo.

Vamos errar, sim. Isso faz parte de um novo e rico aprendizado. Vamos nos machucar - ai, minha costela fissurada - e nos recuperar para novos horizontes. Falaremos verdades e esperaremos outras verdades de volta como enriquecimento.

E, se eu quiser ouvir música alta, cantar e dançar na rua e no carro, qual é a regra vigente? E se eu resolver cumprimentar calorosamente os passantes na rua, pode? Num efeito catarata de carinho?

Não sei se tudo ou nada pode. Conheço apenas as três regras básicas da vida e é com elas que eu vou.


Vermelho, azul, verde. Troque de cores, troque de sabores, troque de emoções. Dispa-se das regras conhecidas e crie outras muito mais novas. Atualize-se de seus desejos. Pergunte-se o que te faz feliz.

E lembre-se: leve a criatividade na bolsa ou na mochila, siga em frente.

Outros mundos te esperam, enquanto eu já borbulho aqui meus novos passos.

Beijos inteiros.

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