3 de março de 2013

Dança do Amor - Zouk

Enquanto todos falavam de dança de salão, danças em geral, eu relutava. Cheguei a participar de uma aula de dança de salão em geral só para ver e sentir como era e tudo me pareceu tão monótono que não repeti a dose. Isso tinha por volta de 5 a 6 anos.

Dessa vez, havia decretado que eu dançaria o zouk antes dos 50, inspirada pelo filme do Wilco "Dance of Love" (Dança do Amor).

Incluir uma atividade na lista é simples, executar, buscar local para dançar, professor, identificar-se com a dança fazem parte de outro percurso. O percurso da busca, da escolha e da efetiva resolução: eu vou.

As duas palavras - eu vou - alguém parou para pensar nelas? Tão singelas, tão repetitivas em meio ao dia a dia e tão fortes. Simbologia pura. Com o ato de optar por 50 desafios, optei pelo zouk e pela magia da dança, do encontro, da troca com um parceiro. Era uma dança de contato e contato fazia parte do meu vocabulário interno.

A semana que segue para o fim viu o zouk em mim se concretizar. Dia 26 de fevereiro de 2013.
Ainda meio sem jeito, meio sem saber como era o zouk, entrei na sala com Bruno Cantisano.

Passo à direita, passo à esquerda, levanta o braço, gira.


O Mark, meu filho, fotografava e eu ia. Passinhos e concentrada para acertar, não deixei soltar o foco.





E lá se foi uma hora de aula voando. E eu animada para continuar.

Eu dancei, dançarei muito mais. O zouk que me aguarde nos 4 cantos do mundo.
Eu queria dançar à la Kwok, à la Natasha, à la Claudio Gomes.


Braço para cima, cavalheiro dá a volta e abaixa o braço. Interação, proximidade, olhar, sentimento.
Palavras que me deram medo e que me aceleram o coração no momento.

Não temo mais sentir.

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