31 de março de 2013

Ressurreição e renascimento

Feliz ressurreição, feliz Páscoa.
Feliz renascimento para todos nós. Ou Happy Easter em Inglês.


O importante não é o idioma, o importante é a crença na ressurreição.
Quando hoje falo em renascer, me lembro que há bem pouco tempo atrás tudo era muito diferente do que é hoje. Bem diferente. Quem me conhece há muitos anos, sabe e percebe claramente a diferença. 

Um belo dia resolvi mudar e, literalmente, fazer tudo que eu queria fazer.



Talvez você leia o meu blog e não entenda do que estou falando e do peso que deixei para trás.
A carga de emoções represadas que deixei pelo meio do caminho para ficar mais leve e prosseguir.

Não é o peso da vida, não é o peso da idade. Refletindo sobre o assunto, penso que seja o penso de tanta carga emocional que carreguei e que se tornou fisicamente insuportável a ponto de me doer a coluna e me forçar a viver sob remédios.

Cuidado para não se assustar. Eu vivia presa num corpo que não era meu, não era eu e assim fiquei   anos e anos numa luta sem sucesso contra mim mesma. 

Só peço para que não me critiquem sobre o passado, porque nossa vida é presente. E, além disso, a atitude de mudança foi tomada e hoje estou aqui em outra versão.

Veja com os próprios olhos fotos de 2011. Sem cortes e sem censura.






As fotos acima foram tiradas em maio de 2011 em Paris e no programa Esquenta de outubro de 2011.
Até a Preta Gil estava magra ao meu lado. Era quase surreal e eu fingia para mim mesma que eu estava bem. Fazia de conta.

Abaixo mais fotos na Disney em dezembro de 2011. Parece mentira, eu sei, mas reparem bem nas fotos e, principalmente, na última foto feita em Seaworld. Atrás numa tela aparecia a palavra "Believe" (Acredite). Eu me lembro ter olhado diversas vezes para a tela ou painel com "Believe", gravei o painel e o painel serviu de pano de fundo de tantas outras fotos. Eu acreditava em mudança, só não fazia a mínima ideia de como, quando ia acontecer. 




Eu acreditava em mudanças. Mas como poderia mudar se continuava no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas sem consciência nenhuma do que estava à minha volta? E sem me mexer.
Foi então que eu me dei conta que não havia controle remoto da vida. Que dentro da minha caverna, do meu quarto, nada aconteceria.



Imagino a sua reação aí do outro lado. Como é possível, será a mesma pessoa que hoje corre, faz stand up paddle (SUP), que nada com os golfinhos, que dança, que canta, que joga tênis?

Sim, é a resposta. Sou eu, ressurgida das cinzas, ressurgida da depressão e da tristeza aguda. Claro que  essas fotos estavam escondidas pela vergonha, pelo desencantamento. No meu momento, não tenho mais vergonha do que fui, do que sou. E do que quero e do que sonho. 

Meus sonhos irão se concretizar, mesmo os mais bobinhos, mais infantis. Porque são MEUS sonhos.


No agora, eu sou o que quero e sou o que eu faço de mim. Sou um renascimento de mim mesma com 50 desafios pela frente. E uma nova vida.

A vida está apenas começando para mim. Capítulo 1 é passado, abre o segundo capítulo. O dia de hoje, domingo de Páscoa é perfeito para se falar em ressurreição, renascimento, o sentimento de viver.


Mais do que qualquer outro dia da minha vida inteira, sei que quem faz a vida somos nós mesmos. Escolhemos nossos passos consciente ou inconscientemente. Se inconscientes, podemos trazer à tona todo o mal que criamos para nosso corpo e alma e desbravarmos um novo mundo.

Corta para nova tela. Dia de hoje, fumando a cigarrilha (antes que alguém diga alguma coisa, já vou logo avisando: foi só para experimentar uma vez na vida!! Ponto) na companhia de amigas no Centro da cidade do Rio de Janeiro. E depois no show do Leo Jaime na Lagoa e o encontro com ele, Thalita Rebouças, a escritora, e Claude Troisgros (não fiz fotos, falamos sobre cursos de culinária no Rio de Janeiro), o chef de cozinha francês e apresentador do programa Que Marrrravilha no GNT. Eu estava claramente atraindo pessoas importantes para os meus 50 desafios.

A cigarrilha foi uma piada, uma brincadeira. Porque nesse instante, consigo fazer uma brincadeira sem me perder na brincadeira. Não vou mais brincar comigo, vou me levar muito a sério.







Quero aproveitar meus segundos, meus minutos, meus dias junto a pessoas que gosto, que gostam de mim, que escolham pela vida e pelos sonhos.

É tudo muito lindo mesmo, estou mais feliz do que nunca. Feliz em mim mesma.
Reconheceu a pessoa das fotos, consegue perceber as semelhanças entre as fotos de 2011 e as fotos de 2013? E quais são as diferenças, eu pergunto? Pode responder por email, pelo facebook, quero saber sua opinião sincera. O que você acha que mudou?


(foto acima: "Se você não se desafiar, você nunca vai perceber no que você poderia se transformar")

Talvez eu seja insistente em dizer, mas escolhi um novo atalho e uma nova trilha. Decidi me desnudar de todos os paradigmas, esquecer do que eu tinha medo, das minhas frustrações e criar o novo voo da águia.

Durante esse percurso, tive - e tenho! - grandes mestres. Para haver os mestres, você precisa reconhecê-los na sua vida. Muitas vezes os mestres estão lá olhando para você, à sua disposição e você descarta ou não se interessa suficientemente.

Declaro em alto e bom som: amo vocês, minhas mentoras e meus mestres que certamente se reconhecerão nessa história. Obrigada pela ajuda na estrada da ressurreição!

Durante esse domingo de Páscoa, volto a desejar uma Feliz Páscoa a todos. De coração.
Reveja seus paradigmas. Quebre-os. Recrie-se. Renasça. Viva (não sobreviva apenas).


Vamos ser felizes?

Beijos deliciosamente vivos.

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